Matheus Albuquerque, conhecido como Femzor, apresenta nova coleção que amplia sua pesquisa entre pintura, moda e design gráfico. Artista e curador de São Paulo, ele construiu uma trajetória que atravessa o mercado tradicional de pintura e consolida um olhar inquieto e experimental em cada produção.
A novidade chega em formato de acessório. São quatro gorros distintos, todos pintados à mão, carregando intervenção direta do artista e acabamento singular. O foco recai sobre o item que ocupa a cabeça, incorporando visões de subcultura e elementos como olhos e risadas atravessam as peças como assinatura visual.
A paleta percorre do camuflado ao listrado, enquanto os detalhes com olhos são destaques, e aparecem com um toque de brilho no escuro para deixar ainda mais original a identidade da linha. As peças são 100% artesanais, até mesmo a aplicação de olhos glow in the dark.
A coleção já está disponível no site oficial de Femzor, com cada gorro no valor de R$ 120,00.
VISH: O que te levou a transformar o gorro no ponto central dessa nova coleção? Como você entende o acessório dentro da construção de identidade hoje?
Femzor: Sempre estou buscando criar peças diferentes das outras marcas da cena, então quando vi esse modelo de gorro achei q poderia ser interessante criar em cima dele. Além disso é um acessório que por si só já chama bastante atenção, independente do look da pessoa que vestir.
VISH: A aplicação glow in the dark muda a experiência da peça. O que você queria provocar com esse detalhe?
Femzor: A minha intenção foi trazer algo mais divertido e único para a peça. Quebrar um pouco a seriedade que é tão comum na moda, e trazer um pouco de nostalgia pra quem vestir o gorro. Que nem aquelas estrelinhas que colocam no teto quando a gente é criança.
VISH: Pode nos falar sobre influências? Sua vivência em São Paulo influencia diretamente essa coleção? De que forma isso aparece nas cores e formas?
Femzor: Eu me inspiro bastante no caos da cidade, na velocidade que tudo acontece, me faz querer se movimentar mais e estar em constante busca por evolução. Acho que esse caos se traduz bem na minha arte.
VISH: Entre camuflado e listrado, o que guia suas escolhas de paleta sempre tão vivas?
Femzor: Eu prefiro sempre fazer peças que se destacam e chamam atenção, do que algo que seja pra combinar com tudo. A escolha das texturas é muito mais sobre eu recriar padronagens clássicas do meu jeito, que acaba gerando uma estranheza pra quem vê.
Reviewed by VISH MÍDIA
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20 maio
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